Open Leg Rocker
- moniqueaayala
- 16 de mar. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 17 de mar. de 2025

Pode parecer pretensioso, mas o Open Leg Rocker (ou Rocker with Open Legs) é um querido meu, mesmo se eu encalhar de vez em quando. Quem nunca? Essa posição descansa a minha lombar dura. Naquele dia que eu não tenho tempo de treinar, quando acaba a minha manhã, após ter dado 5 aulas em sequência, eu sento no Mat e faço primeiro o Open Leg para depois emendar os outros rollings e pronto, é mágico. Claro que há luta, claro que eu tenho que achar meu estômago, mas só a lombar esticar e ainda massagear é o céu.
Tenho uma certa facilidade neste exercício e sempre que acontece do meu corpo ser favorável a algum exercício, eu tento entendê-lo de verdade. Não pelo "se está fácil, está errado" porque eu sinto o trabalho, mas porque, enquanto eu não ganhar na mega sena (rs), o meu ofício é ensinar para o outro. Eu sei todos os encalhos e as dificuldades daqueles exercícios que só saem quando o Universo ajuda e, por isso, eu já recebi diversas orientações de diferentes professores para entendê-los e essas informações me auxiliam a dar aula, talvez eu até consiga escrever um livro sobre eles, mas pode faltar informações úteis para o meu trabalho sobre os exercícios que saem com um sorriso no rosto. Faz sentido?
O Open Leg é um exercício que gera um certo pânico em muitas pessoas, mas Lembre-se:
Spine Stretch + Rolling Like a Ball = Open Leg Rocker.
Não é preciso entrar em pânico. Pilates mostra o caminho do sucesso.

Treinando esses dois exercícios classificados como básico podemos construir o Open Leg que é intermediário.
É bom usar um treinamento de equiíbrio e controle que é feito colocando o aluno em posição de bola (início do Rolling Like a Ball) e pedindo para que ele estique uma perna, mantendo o equilíbrio, depois troque para a outra e por fim as duas. Dependendo do desempenho do aluno esse treinamento vai categorizar o Open Leg do dia, ou seja, de um check e deixe a parte do "Rocker" para outro dia.
Ele evoluiu? Esticou as duas, manteve o equilíbrio, tudo certinho, bonito e confiante, viu aquela curva bonita na coluna, então vamos balançar. Do mesmo jeito que fazemos no Rolling Back, o rolamento deve ser feito pela bacia. Nada de jogar a cabeça para trás ou ombros. Use a bunda e a barriga para encaixar a bacia e começar o movimento por ela. Para entender melhor como rolar pelo power house, podemos usar o Spine Corrector, pois ele foi desenhado especialmente para trabalhar a coluna.


Esses são dois exercícios que podem ajudar no entendimento do rolamento pela bacia e feitos no Spine fica ainda melhor de entender seja pelo suporte ou pelo feedback do apoio que o aparelho nos dá.
No Double Straight (ou Lower and Lift) nós entramos no aparelho com a bacia posição ideal de forma que se apenas conseguirmos mantê-la parada ao subir e descer as pernas conseguimos perceber que a força principal não parte da perna, mas do centro.
No Teaser podemos pensar em empurrar o aparelho para longe com o cóccix para começar a enrolar para trás. O contato do corpo com o aparelho nos dá o feedback necessário para movermos pelo centro.
Outro bom exercício para pegar essa percepção é o Elephant no Reformer. A bacia que faz o carro mover, não as pernas.
Ah e nunca se esqueça: A barra de Push Through é vida. Abuse dela com o Push Through, Tower e quem sabe o Monkey.
O sistema é fantástico ele nunca abandona que o conhece, por isso fique íntimo dele.
Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui!
Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉




Comentários