Pilates com Monique

Pilates com Monique
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- Gran Finale
Tradition Endings on Cadillac Vai saber de onde veio a ideia de terminar aulas sempre com massagens ou alongando no Barril? Fato é que terminei aulas desta forma durante bastante tempo. Não acho errado quando temos um propósito e cada um deve saber qual o seu. No entanto, no meu caso, eu apenas estava repetindo a finalização que aprendi fazendo aulas com instrutores da mesma linha que fiz a minha primeira formação. Na época, não questionei, apenas repeti. Estudando outras linhas de trabalho, outras escolas, conheci (as hoje famosas) finalizações tradicionais. O objetivo das finalizações é estimular e dar aquela "conectada extra" no aluno ao final da aula para garantir que ele saia alinhado, alto, energizado, feliz e pronto para a vida que o espera fora do estúdio. O problema da massagem é que, aquele pouquinho no final da aula, não é eficiente para realmente ter efeito, rouba um tempo de aula do qual o aluno poderia estar aproveitando melhor e destroe o profissional que tem que repetir aqueles movimentos várias vezes ao dia numa posição péssima. Esse recurso é mais um carinho no aluno que qualquer coisa e ao invés de atingir algum propósito concreto para o aluno, acaba servindo mais como estratégia de "marketing". O problema de terminar alongando no Barril é que, no geral, é passada a sequência básica do Ballet Stretches o que faz o aluno terminar a aula com exercícios assimétricos e é sempre mais interessante que o aluno saia do estúdio no prumo. Por isso, é legal após a sequência de Ballet Stretches emendar um exercício simétrico, nem que seja um Roll Down em pé. Hanging on Cadillac Algumas das finalizações são feitas no Cadillac: Breathing Spread Eagle Pull Ups Hanging Pull Ups Half Hang/Full Hang Conectando no Mat com Magic Circle Outras no Mat: Sequência de rollings feita usando os exercícios de rolamento do Mat em sequência, por exemplo, Roll Up, Rolling Like a Ball, Spine Stretch, Open Leg Rocker, Jackknife, Seal, Crab, feitos um seguido do outro de forma dinâmica para desafiar, massagear, fazer o sangue circular e revigorar. Use os exercícios do nível do aluno e se possível termine em pé. Magic Circle (use e abuse) Arms Weights As finalizações também cumprem o papel de conectar o aluno, trazem ele de volta ao centro porque faz com ele ele volta a pensar na conexão da base, pés, pernas e centro e braços, costas e centro. Quem já passou por essa experiência sabe que quando conectamos e centralizamos nosso corpo automaticamente nossa mente se torna consciente e nossas emoções se tornam mais acessíveis. É como se recebêssemos um grande presente todo fim de aula e é essa a sensação que gosto de deixar nos alunos no final do que pode ser a hora mais prazerosa do dia dele. Para os leitores que acham que isso é um pouco de pretensão minha, vou contar uma estória. Há uns anos tinha um aluno no estúdio que costumava dizer ao final de cada aula: Pronto! Terminou a melhor hora do meu dia. A vida dele não era nada ruim, mas o Pilates era o único momento que ele tirava para ele, sem interferências e ele sabia que esses momentos, se bem aproveitados valem ouro. Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Rowing III, IV, V e VI - May the Reformer be with you 2025
Rowing Pilates Reformer No geral, começamos a ensinar a sequência de Rowing pelas posições em que o aluno fica voltado para a Barra de Pés, ou seja, começamos de trás para frente. Só de olhar o From the Chest, From the Hips, Shaving e Hugging já dá para entender o porquê. Ficamos com o apoio bem mais estável e os movimentos são de fato menos complexos, mas não dá para cair no mito "ah isso é fácil" daquelas pessoas que fazem por fazer. Se manter alto, empurrar a mola ao invés de ser empurrado por ela, achar as costas na movimentação para frente dos braços, manter o peito aberto e conquistar a amplitude de movimento dos ombros é uma tarefa árdua. Veja no vídeo onde os alunos costumam errar e alguma dicas para evitar esses erros. P ara saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Rowing I e II - May The Reformer Be With You - 2025
Rowing 1 e 2 no Reformer - Mat the Reformer be with You 2025 Sim, é preciso força para avançar na sequência de remadas no Reformer, mas não é sobre força bruta. Muito menos é sobre embrutecer o corpo. É mais sobre perceber, reconhecer e acessar todo o potencial que temos de mover. Segue um vídeo com algumas dicas para remar sem erro. 😎 P ara saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Coordination
Coordination - May the Reformer ne with you 2025 Coloquei esta foto de propósito, pois lembro de dias remotos que voltava a perna 90/90 (90 graus nos joelhos e quadris), não por me faltar flexibilidade, mas como aprendi outrora. Quanta estupidez. Uma vez, há muito tempo, uma professora gringa apenas empurrou meus joelhos mais para dentro do abdômen e 1 milhão de ligações aconteceram na minha cabeça. O Coordination também é para ganhar Curva C, mobilidade de coluna, é um round do Stomach Massage, é um Rolling Like a Ball, é para massagear as vísceras. O movimento junto com a respiração faz milagre. Ensinar um negócio com o franco nome de Coordination não é brincadeira não. TUDO pode acontecer e quanto mais TUDO acontece, mais ganhamos ferramentas para ensinar os alunos. Diquinhas no vídeo: Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Overhead
Overhead - My the Reformer be with you 2025 O Overhead é o terceiro exercício do Reformer avançado. Começamos a aula sendo enquadrados no Reformer, digo alinhados. Daí Footwork para começar a aquecer, conectar e bombear sangue da parte inferior do corpo e o centro. Logo após vem o Hundred para aquecer, conectar e bombear saungue da parte superior do corpo e o centro. Então, quando chegamos aqui estamos vivos, quentes e prontos para o Overhead. Segue uma pequena resenha no vídeo: Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Nada Cai do Céu
O método Pilates e seu sistema é um chamado para nos tornarmos conscientes e responsáveis pela nossa saúde. Quando fazemos aula com outros professores, o que eles podem nos passar é o caminho que eles aprenderam fazendo aulas como alunos. Por isso, cada um tem uma forma diferente de ensinar mesmo que sejam da mesma escola. Nós, professores, só podemos passar para o outro a nossa própria experiência, seja ela aprendida fazendo aula ou dando aula. Por tanto, não tem como alguém magicamente transferir experiências, o que acontece é que o professor te guia a achar o seu próprio caminho. Para encontrar o caminho não há outra forma se não passar pelo processo. Não existem bons profissionais de Pilates Clássico que não dedicaram e dedicam (no tempo presente) muitas horas de estudo e prática e também investiram e investem dinheiro na busca por conhecimento, pois nada cai do céu para ninguém. O método Pilates é um projeto de vida. Não adianta a gente falar: Não faça seu Long Stretch pelo braço ou ache seu Hundred antes de começar o Pulling Straps ou o Semi Circle não é sobre fortalecimento de quadríceps, se a pessoa vai demorar 3 semanas para fazer uma próxima aula e a regularidade dela for baixa. Ela nunca vai entender, porque só ela pode achar a solução para as suas tendências e só ela tem o mapa para encontrar o seu core e quando digo core quero dizer núcleo, não só o centro de força, mas também sua essência. Pilates faz isso por nós. Romana dizia: Pilates é meditação em movimento. Meditação é o processo no qual nos conectamos com tudo que há em nós: pensamentos, emoções, controle, falta de controle, nossa energia (química). É um tempo que dedicamos a nos conhecer e que traz reflexões e insights. Quando estamos praticando, focados, respirando, tentando controlar nossa corpo, conseguimos nos conectar com nosso eu através do nosso corpo e achamos os caminhos que o fortalecem e ainda se estivermos atentos dialogamos com frustrações, vaidade, medo, força, humildade, entrega, fraqueza, necessidade de controle, descontrole... Enfim, acessamos todo o nosso eu e é dessa forma que aprendemos. Guiados por outras pessoas, mas ao mesmo tempo sozinhos, em nossa própria busca. Contudo, para isso é preciso buscar. Se você anda desanimado com a sua profissão, busque. Busque conteúdo, busque um professor, busque pessoas para admirar, busque livros para se informar e principalmente pratique para se encontrar. Busque se apaixonar.
- Corkscrew
Tenho vontade de dizer screw you corkscrew, mas tento amar. Ele é o meu termômetro. Quando ele enguiça é sinal que tenho visto pouco o Mat, ou seja, um pouco de vergonha na cara resolve. O professor Thiago Giacomo, uma vez, ao postar seu Corkscrew no Instagram escreveu: "Intermediário. Será?". De fato é classificado como intermediário, mas até mesmo a introdução desse exercício é difícil, pois quase todo mundo é rígido para rotações de coluna. Por isso, muitas vezes o aluno já faz alguns avançados antes de apreender o Corkscrew. Dicas: Pernas unidas focando na Base Pilates, ou seja, mantendo a conexão da parte interna da coxa e glúteos. É uma rotação de coluna, por isso quando as duas pernas vão para o lado levam a bacia junto. Às vezes, nesse movimento de levar as pernas ao lado, visualizamos uma perna mais curta que a outra (os calcanhares desalinham), significando que o aluno perdeu a rotação e está mexendo apenas as coxofemorais. Para evitar isso, na rotação para o lado direito peça para ele crescer a perna esquerda além da direita (como se ela fosse passar por cima da direita), pois começar o movimento desta forma fará com que a bacia vá junto para o lado direito alcançando o objetivo. Primeiro: Pernas desconectadas e movimento apenas pela coxofemoral. Em seguida dicas para correção. O Corkscrew feito com pouco entendimento pode torrar os quadríceps e flexores de coxa, mas este não é o objetivo do exercício. Exercícios que ensinam o uso do power house para trazer a perna para o centro podem ajudar: Elephant, Short Spine, Single Straight Leg Stretch... Exercícios de rotação no geral vão ajudar: Todos os Twists! 😨😅 Fazer o Corkscrew no Spine Corrector é muito mais agradável e dá um monte de feedback para executá-lo no Mat. O Tic-tac (exercício do Reformer), pode ser feito no Mat como uma introdução para ensinar como fazer a rotação pela bacia. O One Leg Circle na sua versão avançada também é de grande ajuda. O conceito "faz pequeno" se aplica bastante. O "faz pequeno" pode tornar possível alguns exercícios temidos, complexos e que tem grandes amplitudes em suas formas avançadas. Acredito que o corkscrew é tenso para a maioria das pessoas. Eu sou muito crítica em relação a minha prática e às vezes isso me engessa. Em muitas aulas ouvi meus instrutores dizendo "mexe mulher", pq entro numa neurose de não mexe aqui, não desvia ali, não compensa, não dá impulso que no final a coisa não flui e o Tico e Teco caem exaustos. O objetivo não é esse. O objetivo é mover, com qualidade sim, mas sempre movendo. Eu costuma fazer com bastante concentração tentando atingir o máximo de controle que possível, mas às vezes é melhor apenas deitar e fazer, sem muita exigência só pra descontrair e aos poucos ir colocando cada vez mais controle. Enfim, coisas para refletir. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui!
- One Leg Stretch
O One Leg Stretch ou Single Leg Stretch é aquele que ou a pessoa se pendura ou alisa a perna e aí diz: não estou sentindo nada. Oi?! 🤔 Faz assim: Puxe a perna de verdade para alongar (sim, tem stretch no nome!). Puxar a perna com vontade não significa usá-la de guindaste para o corpo. O braço puxa a perna e não ao contrário. Ah, a coxa vem na direção da barriga, mas a barriga foge da coxa e essa contração massagea nossos orgãos (quem disse que não tem massagem no Pilates?)!!! A perna que estica vai para longe abrindo o quadril sem deixar o resto do corpo ir junto com ela, ou seja não há "shift" na bacia. Sinta o alongamento dela também. Agora troque e respire, troque e aprofunde a contração, troque e cresça mais. Agora me diz se ainda está fácil. Eu sei, a troca de braços é de matar o Tico e Teco. Por isso, é sempre bom treiná-la antes de tirar a cabeça no chão e com as pernas esticando para o teto. Porque na hora que o corpo enrola para cima a cabeça deve estar prioritariamente ligada ao Centro, não tendo mais espaço para "😱 pra onde vai essa mão?". No momento do "pra onde vai essa mão" a barriga afrouxou e o corpo sambou e veja: o Sr. Pilates era Alemão, não conhecia samba! Por isso, não deixe o aluno se perder na coreografia. Aqueles que tem a coluna dura e tem dificuldade de enrolar e dor no pescoço merecem um hands on para dar aquela ajudinha e simplificar a pegada na perna. Uma das mãos na dorsal (não na cabeça) e outra na barriga para ajudar a arredondar a coluna. Não esquecendo que One Leg Stretch é um exercício que estimula a respiração e massageia os órgãos. Joe era específico em dizer "primeiro a perna direita". Acredita-se que para massagear o cólon ascendente para depois passar para esquerda e massagear o descendente. O método é completo. Acredite e confie. Mais um exercício, mais uma estória pra contar. O início do meu primeiro curso de Pilates aconteceu há mais de 20 anos. Fiz um curso internacional muito bem avaliado que só depois de alguns anos foi classificado como Pilates Contemporâneo. Na época não existia essa informação no mercado, mas os exercícios foram passados sem ordem e sem a didática de ensino para a aplicação em alunos regulares. Eu podia fazer o Control Balance com facilidade naquele tempo (eu tinha 20 poucos anos!), mas não sabia ensinar a sequência de abdominal. Eu, fisioterapeuta, sem ter aprendido didática para aulas de condicionamento e nem aulas em grupo na faculdade tive que me virar e passei a usar os aparelhos para fazer fisioterapia. Enfim, outros cursos vieram para eu deixar de achar que esses tantos abdominais seguidos sem apoio da mão na cabeça fossem impossíveis de passar para o público em geral sem deixar as pessoas com o pescoço duro. Veja se você não concorda comigo: o apoio das mãos nas pernas simplesmente é genial para o aluno conseguir enrolar a coluna, centralizar a força ao mesmo tempo que ganha flexibilidade. E é lindo de se ver o movimento acontecer com pessoas de qualquer capacidade física ou idade. Portanto, se você como eu não teve a sorte de aprender a didática e as ferramentas do método no seu curso, procure outros, vai por mim, é possível. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉
- Double Leg Stretch
Este (na foto) é o Double Leg Stretch do livro do Joe (Retorno a Vida Através da Contrologia - se ainda não leu, não perca mais tempo). Esta é uma ótima forma de introduzir o exercício para alguns alunos porque a variação que os braços vão na direção das orelhas aumenta a alavanca e pode ser demais para algumas pessoas. Acredito que é importante aprender as ferramentas que tornam possíveis a aula acontecer dentro da metodologia. O trabalho se torna muito mais fácil. Eu vejo a demanda nas redes por informações sobre planejamento de aula e cursos sobre como montar sua aula. Eu sei como é, já passei por isso. Ainda é esquisito para muita gente saber que, no geral, o método já veio montado. Sabe quando a gente faz uma aula de yoga e repete os mesmos exercícios e acha o máximo porque cada dia compreende mais e aprofunda mais aquele saber? Então, porque pensar diferente quando o assunto é Pilates. No meu caso, quando entendi e aprendi que o desenho da aula já veio pronto, percebi que o trabalho ficou muito mais prazeroso e os resultados mais fáceis de visualizar. Fui aprendendo algumas ferramentas conforme fui estudando e ganhando experiência. Pilates, do jeito que é, é possível, é lógico, é funcional, é orgânico, é corretivo e condiciona. Voltando ao Double Leg Stretch: No momento de abraçar as pernas pense assim: se fosse para fazer carinho no tornozelo se chamaria Leg Tenderness. Eu já fui uma Monique in love por seus tornozelos, tocava neles com tanta delicadeza que parecia que eram de vidro. Quem nunca? Isso não leva ninguém a lugar nenhum. Stretch é alongamento, não é carinho, então abraça e alonga de verdade. A "posição fetal" (porém de barriga para cima) de alongamento é bem bonitinha e deve ser respeitada, mas não é para relaxar o abdômen e ficar aninhado confortavelmente. Lembra aí que a barriga foge das coxas, enquanto a gente solta até a última molécula de ar. A ideia, além de fortalecer o abdômen, é forjar a curva C, massagear os orgãos internos (não só com a pressão das pernas, mas com a contração do abdômen) e estimular a circulação sanguínea. Ao fazermos a flexão das coxas e abraçarmos as pernas pressionamos os gânglios linfáticos da virilha e ao esticarmos as duas pernas liberamos a pressão dando aquela ajudinha para o nosso sistema linfático. Sistema linfático é vida, é proteção, é imunidade. Já vimos essa "bolinha" em algum outro lugar, não? Girando a imagem do Rolling Like Ball chegamos a posição inicial do Double Leg Stretch. Um construindo o outro. O Double Leg Stretch é O exercício do 2 way stretch, o que se traduz literalmente como alongamento em dois sentidos opostos, mas dentro do método acredito que significa expansão do corpo (mente e espírito) em todos os sentidos possíveis. Quando finalmente achamos o 2 way stretch dentro desse exercício usamos este conhecimento em todos os outros. É uma sensação mágica. Abaixo imagens de introdução do exercício e hands on que falam por si sós. Construindo o Double Leg Stretch Achando espaços no Double Leg Stretch A esquerda: a ajuda para os alunos que precisam de variações mais suaves. A direita: o Hands On mostrando o caminho para o 2 way stertch. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉
- Spine Stretch Forward
O Spine Stretch é um exercício para forjar a Curva C, ou seja, aquela linda divisão de flexão entre todas as vértebras. Pilates era um cara realmente fantástico e seu método está repleto de exercícios comprovadamente eficientes para a saúde da coluna. Por que flexionar somente a lombar se podemos dividir esta tarefa ao longo de toda a coluna e não sobrecarregar ninguém? Trabalho em equipe é o que há! Não esqueça de começar pelo começo, crescendo a coluna ainda ereta, fazendo o bumbum "flutuar" do chão. Tirando o peso das costelas de cima da bacia. É importante crescer antes de dobrar, crescer enquanto dobra e crescer depois que dobra. Achando espaços. Comece a luta com o abdômen, não é um relaxamento para frente, então se a barriguinha estiver descansando nas coxas está errado. A barriga não senta nas coxas, mas foge delas. A coluna se abre atrás. Eu gosto muito desta imagem de abrir as costas. Penso que as mãos e os calcanhares querem avançar e o abdômen quer ficar, indo para dentro e para cima abrindo a coluna. Luto o tempo todo pensando nesta oposição de forças e saio ofegante. Se eu sofro e está fácil para você, pode ser que esteja faltando alguma coisa, pois não tem essa de eu sofro e tu não sofres ou será que ele ele sofre?... Todo mundo tem que sofrer. Rs. Ter um High Mat ajuda bastante a dar aulas para alunos regulares, pois como ele é elevado, aqueles alunos que tem a coluna rígida podem colocar os pés no chão liberando os posteriores de coxa. Claro que dá para fazer o mesmo efeito colocando o aluno em cima de uma almofada, caixa ou bloco, porém o High Mat poupa esse trabalho. Alunos rígidos também podem fazer o exercício com os joelhos flexionados, mas ainda prefiro colocar os pés abaixo do nível da bacia, pois alivia a tensão dos flexores do quadril. Spine Stretch Forward no High Mat Na foto, dou um suporte para as costas do aluno com a lateral da minha perna. Coloquei os pés dele no chão para aliviar os posteriores de coxa e as solas dos pés apoiadas na parede para ajudar na dorsiflexão. Essas são formas suaves de ensinar o exercício para alunos muitos rígidos. Lembre-se: Não é hamstrings stretch e sim Spine Stretch Forward exatamente como o nome diz. O objetivo é a flexibilidade da coluna e para forjar o difícil C podemos dar a imagem do cinto no abdômen puxando a coluna para trás enquanto o aluno vence esta força para ir a frente. Nós podemos ser o cinto do aluno, é uma ajuda bastante eficaz. Hands On sendo o cinto do aluno para ajudar a conectar o abdômen e alongar a lombar Para aqueles alunos que falam: "Você podia ficar aí em todas as repetições porque não tem cinto aqui!", deixo a resposta da professora Andressa Fortes: "Tem um cinto aí. Se chama abdômen, é natural e foi Deus que te deu." e, desta forma, a gente guia o aluno para que ele entenda e possa fazer o trabalho de forma independente exigindo da própria musculatura. Sempre haverá um engraçadinho para dizer que pode fazer 300.000 repetições e quando isso acontece mexe com a nossa honra e faz brotar o sadismo em nosso coração. Porém, apenas respire, recupere o brio e volte ao trabalho sabendo que não importa se será hoje, amanhã ou daqui a um mês, o dia de ouvir o "Caraca, professora, é isso! Quanta diferença!" virá e é aí que a lágrima da emoção escorre no rosto. Rs. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉
- Open Leg Rocker
Pode parecer pretensioso, mas o Open Leg Rocker (ou Rocker with Open Legs) é um querido meu, mesmo se eu encalhar de vez em quando. Quem nunca? Essa posição descansa a minha lombar dura. Naquele dia que eu não tenho tempo de treinar, quando acaba a minha manhã, após ter dado 5 aulas em sequência, eu sento no Mat e faço primeiro o Open Leg para depois emendar os outros rollings e pronto, é mágico. Claro que há luta, claro que eu tenho que achar meu estômago, mas só a lombar esticar e ainda massagear é o céu. Tenho uma certa facilidade neste exercício e sempre que acontece do meu corpo ser favorável a algum exercício, eu tento entendê-lo de verdade. Não pelo "se está fácil, está errado" porque eu sinto o trabalho, mas porque, enquanto eu não ganhar na mega sena (rs), o meu ofício é ensinar para o outro. Eu sei todos os encalhos e as dificuldades daqueles exercícios que só saem quando o Universo ajuda e, por isso, eu já recebi diversas orientações de diferentes professores para entendê-los e essas informações me auxiliam a dar aula, talvez eu até consiga escrever um livro sobre eles, mas pode faltar informações úteis para o meu trabalho sobre os exercícios que saem com um sorriso no rosto. Faz sentido? O Open Leg é um exercício que gera um certo pânico em muitas pessoas, mas Lembre-se: Spine Stretch + Rolling Like a Ball = Open Leg Rocker. Não é preciso entrar em pânico. Pilates mostra o caminho do sucesso. Só virar a foto do Spine Stretch Forward que achamos a image do Open Leg Rocker Treinando esses dois exercícios classificados como básico podemos construir o Open Leg que é intermediário. É bom usar um treinamento de equiíbrio e controle que é feito colocando o aluno em posição de bola (início do Rolling Like a Ball) e pedindo para que ele estique uma perna, mantendo o equilíbrio, depois troque para a outra e por fim as duas. Dependendo do desempenho do aluno esse treinamento vai categorizar o Open Leg do dia, ou seja, de um check e deixe a parte do "Rocker" para outro dia. Ele evoluiu? Esticou as duas, manteve o equilíbrio, tudo certinho, bonito e confiante, viu aquela curva bonita na coluna, então vamos balançar. Do mesmo jeito que fazemos no Rolling Back, o rolamento deve ser feito pela bacia. Nada de jogar a cabeça para trás ou ombros. Use a bunda e a barriga para encaixar a bacia e começar o movimento por ela. Para entender melhor como rolar pelo power house, podemos usar o Spine Corrector, pois ele foi desenhado especialmente para trabalhar a coluna. Double Straight Leg Stretch no Spine Corrector Teaser no Spine Corrector Esses são dois exercícios que podem ajudar no entendimento do rolamento pela bacia e feitos no Spine fica ainda melhor de entender seja pelo suporte ou pelo feedback do apoio que o aparelho nos dá. No Double Straight (ou Lower and Lift) nós entramos no aparelho com a bacia posição ideal de forma que se apenas conseguirmos mantê-la parada ao subir e descer as pernas conseguimos perceber que a força principal não parte da perna, mas do centro. No Teaser podemos pensar em empurrar o aparelho para longe com o cóccix para começar a enrolar para trás. O contato do corpo com o aparelho nos dá o feedback necessário para movermos pelo centro. Outro bom exercício para pegar essa percepção é o Elephant no Reformer. A bacia que faz o carro mover, não as pernas. Usando a força do Power House para mover o carro do Reformer no Elephant Ah e nunca se esqueça: A barra de Push Through é vida. Abuse dela com o Push Through, Tower e quem sabe o Monkey. O sistema é fantástico ele nunca abandona que o conhece, por isso fique íntimo dele. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉
- Rolling Back
Rolling Back ou Rolling Like Ball: o difícil é ser like a ball. Like a brick seria bem mais fácil. O problema é que brick não roll. Parece uma brincadeira de criança, mas na verdade é difícil para caramba. Até porque ter a coluna flexível até ficar como uma bola é uma tarefa complicada e se ela não ficar como uma bola é uma tarefa impossível e dolorosa. É uma delícia de massagem na coluna. Vem logo depois do One Leg que me deixa tensa, por isso preciso do Rolling Back depois do sofrimento que é o One Leg Circle . Para aqueles que enrolam a coluna, não perfeitamente, mas com certa facilidade, é tipo um prêmio. Para o meu corpo, o Rolling Back é o rolling mais difícil (mais que o Open Leg e o Roll Over !). Então, antigamente eu não passava muito ele para os alunos, eu pulava. Pedia para o aluno (independente da capacidade), deitado mesmo abraçar as pernas e subir a cabeça entre os joelhos e considerava dado. Bom, um belo dia fiz isso com um aluno e continuei para a série de estômago, quando mandei ele sentar para o Spine Stretch, ele fez 3 Rolling Backs para sentar, do nada, sem nem saber que era um exercício, ele simplesmente fez porque se sentia bem fazendo. Eu fiquei olhando aquilo meio abismada, meio com cara de trouxa. Daí pra frente eu vi que a incapacidade era minha de ensinar e não deles. É! A gente tem que estudar. Estudando aprendi que tudo que era esquisito para mim era porque eu não tinha entendido. Minha culpa, minha luta. Sabe o Half Roll Down ( veja mais aqui ) = sentado, pés apoiados no chão, mãos atrás das coxas, aí a gente enrola a coluna para trás indo até o braço esticar ou até manter o equilíbrio e volta enrolado? Mas enrolado mesmo, lutando para enrolar, lutando até descer o suor da testa e até tremer o abdômen? Então, este exercício super bacana para mobilizar a coluna = Rolling Back estilo pré-Pilates. Para suar na descida pensa assim oh: só o abdômen quer descer mais nada. Para subir é o oposto, tudo quer subir mas o abdômen quer ficar colado no chão e você luta para voltar a sentar contra ele que quer ficar. É uma boa briga e, o melhor, é eficaz para mobilizar a coluna em flexão. Também podemos usar o Balance. Que consiste em ficar na posição do Rolling mas sem rolar como na foto ☝, ou seja, só equilibrando com a coluna bolinha. Tem que descer o suor da testa para manter a coluna bem bolinha, se não descer está errado, hein! A mão do instrutor no pé do aluno ajuda a guiar a ida e a estabilizá-lo na volta. Então, o instrutor pode se posicionar na frente do aluno, segurando firme nos pés dele. Uma dica é, nesta posição, dar uma empurradinha para ele rolar para trás e segurar firme os pés dele quando ele voltar pressionando na direção do chão para ancorá-lo. Hands On eficiente para o Rolling Like a Ball Como na foto acima, pedir para o aluno segurar atrás da coxa ao invés de segurar nos tornozelos facilita, pois isso aumenta a distância das pernas e barriga. Alunos com maior volume abdominal podem usufruir desta variação. Deixar os joelhos mais abertos também ajuda a rolar. O Stomach Massage Round começa na posição do Rolling Back, por isso é um super aliado. O aluno tem as mão fixas no carro do Reformer deixando a posição mais estável e ajuda a enrolar para frente deixando peso do corpo nos ísquios. Segurar os tornozelos no ar é muito mais instável e ao tirar os pés do chão temos que equilibrar o corpo num ponto entre os ísquios e o sacro. Que ponto é esse? É o ponto do valha-me Deus! Juntos e misturados Claro que tudo mais dentro do sistema que ajuda na construção da curva C, vai ajudar aqui também e quanto melhor fazemos esse exercício, melhor faremos a série de abdôminais que vem depois dele, pois já para o Single Leg Stretch vamos precisar deste C. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.











