Pilates com Monique

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- O Valor de uma Forte Base
Uma reflexão a partir de Kathy Grant Quem dá aulas para grupos tem uma experiência intensa. Os grupos enfatizam o sentimento de vaidade. A vaidade é um sentimento ligado à super valorização do ego, à necessidade de aprovação alheia e à preocupação com a imagem (uma explicação muito por alto, pois não sou psicóloga). Toda mundo tem aluno vaidoso. A verdade é que todos nós temos vaidade de alguma forma. Como ninguém gosta de se sentir inferior ou menos valorizado, temos sentimentos que nos levam a competir em algum nível. Grupos estimulam, mesmo sem querer, a competição. (Se você, como eu, dá aula para alunos regulares em grupo, nem vou esperar o final do post para deixar meu abraço de coração a coração porque você, com certeza, precisa de acolhimento.) Kathy Grant foi uma aluna direta do Sr. Pilates e da Sra. Clara. Ela é responsável por criar uma série de exercícios conhecida como Before de Hundred para construir uma forte base antes de introduzir o Hundred. Quem dá aula para alunos regulares que chegam com diferentes questões, condicionamentos e lesões sabe que muitas vezes não dá para começar com os exercícios da forma como fazem os praticantes de longa data. É preciso entender o que o aluno tem para dar quando ele chega e fracionar os exercícios para fazê-los funcionar dentro da realidade do aluno. Muita carga, muita velocidade e muita amplitude são usadas em pessoas que são capazes de mostrar eficiência no movimento. Normalmente leva-se muito tempo para ter um bom nível de eficiência. Nada (que valha a pena na vida) é construído de forma rápida e sem esforço. A notícia boa é que, no geral, os alunos ficam tempo suficiente para que possamos construir um movimento de qualidade juntos. Precisamos de qualidade , organização e consciência . O movimento em grande amplitude num corpo despreparado revela desalinhamentos, compensações e falta de controle. Quando reduzimos a amplitude, retiramos o “embalo” e obrigamos o corpo a trabalhar com precisão, ou seja, com controle. O repertório básico do Pilates já é suficientemente complexo e exige organização do centro, da respiração e das conexões entre tronco e membros. Se o aluno não consegue manter essa organização em um gesto pequeno, ampliar o movimento apenas amplia o erro. Do ponto de vista neuromotor, o movimento pequeno é onde o sistema nervoso aprende. É nele que se constrói coordenação, timing e economia de esforço. A progressão de carga e amplitude só faz sentido quando existe uma base sólida de controle. Caso contrário, o corpo encontra atalhos — e esses atalhos costumam custar caro ao longo do tempo. Nós, instrutores, podemos refletir: nem sempre “mais” é melhor. Às vezes, reduzir o movimento, desacelerar o ritmo e diminuir a carga é o caminho para refinar a execução e para se chegar mais rápido a evolução real e sustentável. Ensinar alguém a fazer um movimento pequeno com excelência é ensinar essa pessoa a se mover melhor em qualquer escala — no estúdio e na vida cotidiana. Para os instrutores, além do meu abraço já dado, fica uma dica: nenhum aluno sabe o que você vai fazer com ele, a aula é sua, você é o especialista. Pense bem antes de introduzir uma variação mais avançada de algum exercício ou permitir que o aluno a faça por que viu o coleguinha fazer. Uma vez que essa liberdade é dada (principalmente em aula em grupo) fica mais difícil voltar atrás, pois o aluno se sente fracassado e inferior. É mais simples explicar para o aluno, caso ele pergunte ou cole do amiguinho, que o melhor para ele é a forma como ele faz. O conceito de forte e fraco não se aplica da forma como ele imagina, mas fraco é aquele que pula etapas e faz movimentos de forma ineficiente e perigosa e forte são aqueles que respeitam o processo e apreciam a caminhada. Um pouco sobre Kathy Grant (1921–2010): foi uma das mais importantes mestras do Pilates Clássico. Aluna direta de Joseph e Clara Pilates , ela teve papel fundamental na preservação e na evolução do método, especialmente no trabalho de mat e nos princípios de organização corporal. Conhecida por sua abordagem criativa, profunda e altamente sensorial, Kathy desenvolveu variações e exercícios que enfatizam consciência, precisão e inteligência de movimento. Durante décadas, foi professora no Tisch School of the Arts da Universidade de Nova York, influenciando gerações de bailarinos e professores de Pilates ao redor do mundo. Seu legado vai além dos exercícios: Kathy Grant ensinou a pensar o movimento , a respeitar os processos do corpo e a compreender que a verdadeira força nasce do controle, não do esforço excessivo. Veja mais sobre grandes mestre de Pilates: Ron Fletcher
- Movimento: uma forma de viver
Ron Fletcher Vivemos em um mundo que frequentemente associa movimento a desempenho, resultado ou obrigação. Nós professores nos cobramos um grau de perfeição inatingível e às vezes esta cobrança acaba por nos desestimular e, ao invés de nos dar energia e prazer, nos sentimos esgotados emocionalmente ao final dos treinos. Quem nunca? No entanto, quando olhamos com mais atenção, percebemos que o movimento é muito mais do que exercício físico: ele é expressão, adaptação, comunicação e continuidade. Assim como a vida, o corpo está em constante mudança, ajuste e aprendizado. Não deveríamos pensar em intensidade excessiva (diz Pilates em seu livro: nem muito, nem pouco) ou pressa, mas em observar mente e corpo com curiosidade. Explorar novas possibilidades corporais e estar aberto ao processo é o que desenvolve o corpo, a mente e é o que nos leva ao auto conhecimento. No movimento consciente, o entusiasmo nasce quando deixamos de “executar” e passamos a sentir . Quando o movimento deixa de ser um dever e passa a ser um encontro, passamos a nos mover com menos cobrança e mais alegria. Alegria traz leveza. Alegria é perceber que o corpo responde quando é respeitado, que a respiração guia o ritmo, que existe prazer em habitar o próprio corpo sem cobranças excessivas. É interessante quando Ron cita a gratidão. Às vezes esquecemos de agradecer por algo que achamos ter de forma garantida. Gratidão por poder mover-se hoje através de um corpo saudável que nos sustenta, se adapta e aprende. Quando praticamos o movimento com gratidão, mudamos completamente a relação com o corpo: ele deixa de ser algo a ser corrigido e passa a ser algo a ser cuidado. No Pilates, não devemos buscar perfeição estética nem performance absoluta, mas coerência, fluidez e consciência. Da mesma forma, na vida, não se trata de controlar cada passo, mas de perceber o caminho. Não se trata de rigidez, mas de equilíbrio entre força e suavidade. Encarar o movimento como a vida é compreender que ambos se tornam mais ricos quando vividos com respeito ao ritmo individual. Que possamos nos mover, no Pilates e na vida, com mais entusiasmo pelo processo, mais alegria no percurso e mais gratidão por cada possibilidade de continuar em movimento. Porque enquanto há movimento, há vida. Um Pouco Sobre Ron: Ron Fletcher (1921–2011) foi um influente mestre de Pilates, coreógrafo e dançarino, reconhecido como um dos "Pilates Elders" — os discípulos diretos que preservaram e expandiram o legado de Joseph e Clara Pilates. Fletcher treinou com o casal por mais de 20 anos. Após a morte de Joseph em 1967, ele continuou seus estudos com Clara, que o incentivou a levar o método para o Oeste dos Estados Unidos. Em 1972, ele abriu o primeiro estúdio de Pilates em Beverly Hills, atendendo celebridades de Hollywood como Nancy Reagan e Ali MacGraw. O Legado e a Técnica Fletcher Ron Fletcher não apenas replicou o método clássico, mas o evoluiu para um programa de movimento mais dinâmico, criando o Fletcher Pilates® : Inovações: Introduziu técnicas de respiração percussiva e movimentos em pé. Novas Modalidades: Desenvolveu o Towelwork (trabalho com toalha), Floorwork e Barrework . Filosofia: Defendia a precisão e a integração entre corpo, mente e espírito. Fletcher faleceu em 6 de dezembro de 2011, aos 90 anos. Sua escola continua formando professores no mundo todo.
- O Reformer e o Método
John Howard Steel, aluno de Joseph e Clara, observou muito bem que o Reformer é uma máquina com cerca de 100 anos que sofreu pouquíssimas modificações, não foi atingida pela tecnologia e continua eficiente e maravilhosa. O Reformer Clássico possui 4 molas de igual intensidade, alças de couro, uma caixa leve e baixa (poucos centímetros maior que a altura das ombreiras) e handles que rodam 360 graus. Ele vem com 2 pads, 2 straps (para frog, leg circles e long spine, por exemplo), um bastão, 2 faixas que se fixam na estrutura perto das molas e 2 marchas. É simples assim, absolutamente genial, reforma e transforma corpos de todos os tipos desde 1934 exatamente do jeitinho que é. Na minha opinião, sempre que tentaram mudá-lo, modernizá-lo ou melhorá-lo fizeram, desculpe a palavra, uma cagada: Para que cordas ajustáveis? Para que três alturas da Barra de Pés ou, pior ainda, Barra de Pés fixa? Cadê o bastão? Em alguns casos, cadê a alça de pés que torna possível a série de Short Box e auxilia no Swan? Por que uma caixa do tamanho e peso do Everest? (Como diz minha amiga e também instrutora de Pilates Aline Campos ) Cadê a folga das molas? Alças de pés e tamanho da caixa Quando trabalhamos dentro da metodologia, o próprio aluno tira as molas e por isso é importante existirem as folgas. A mola deve ser colocada e retirada com facilidade para não perder o ritmo da aula. A caixa deve ser leve para que todos possam pegá-la sem dificuldade, deve ser baixa para facilitar o apoio do pé na faixa para série de Short Box ou na barra de pés, como é o caso do Swan, e também para que pessoas de baixa estatura possam usufruir dela. Todos os corpos lembram? Straps no frog e leg circles e couro firme O couro é firme e dá segurança, feedback e sustentação. Eles não ajustam e por isso não ficam assimétricos durante a aula, não desconectam do nada e principalmente não fazem o pobre do professor ficar ajustando o tempo inteiro. Se o exercício exige um tamanho menor das tiras, o aluno pega no couro mesmo, ao invés de usar os handles. O couro não escorrega na mão e como é largo é fácil de fazer a pegada, então poupa o tempo e o trabalho do professor de encurtar as alças e aumentar as alças que cá entre nós é cansativo à beça. O aluno também deve ser capaz de rapidamente subir e descer a Barra de Pés, quando ela é fixa, obriga o professor a manuseá-la todas as vezes para todos os alunos. Depois de 10 anos anos trabalhando assim a sua coluna vai começar a te xingar alto, em forma de dor. Os handles precisam girar para que inúmeros exercícios possam acontecer. Os pads para não escorregarem. Bastão sinalizando assimetria O bastão para tornar a Short Box mais gostosa, desafiadora e dar uma imagem do alinhamento do aluno para o professor. Aliás, é legal ter um bastão grandão para alunos com restrição de ombros e os que têm os ombros largos. A marcha pode ser usada para alunos altos, rígidos ou com patologias de ombros e joelhos, por exemplo. Enfim, tudo tem um propósito que funciona muito claramente para quem trabalha com a metodologia da Contrologia. Se você ainda fica perdido dando aula, se sente que precisa de mais informação ou menos trabalho em relação aos ajustes dos aparelhos, procure um professor clássico, faça umas aulas, faça perguntas, pode ser que você também se apaixone pela linha linha clássica e pode ser que não, mas pelo menos poderá tomar a decisão da sua forma de trabalho com propriedade. Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui!
- Hundred
Quem aí nunca pensou: Aquecimento???? Como assim!!!! Toda vez que alguém critica o Sr. Pilates por começar com o Hundred, eu fico chateada porque sei que aquela pessoa, assim como eu em minha primeira formação, fez um curso insuficiente, por isso, lembre-se: NUNCA CRITIQUE O MESTRE Se parece louco para você, possivelmente, você não aprendeu o passo a passo de como introduzir cada exercício. Sabe aquela citação de Friedrich Nietzsche : “E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música”. Acredito que você só irá “ouvir a música” quando entrar no mundo do Pilat es Clássico e praticar Pilates dentro dessa linha, pois é praticando que a música começa a ficar audível. Talvez o Hundred tenha sido o primeiro exercício que a maioria dos professores aprendeu. Em muitos cursos ele é dado antes mesmo do Footwork. É icônico. Antes de termos uma formação no método clássico pensamos: como isso pode ser um aquecimento? Muitos profissionais ainda confundem aquecimento com alongamento. Antes de qualquer atividade física precisamos mesmo é aquecer e basta passar por ele para sentir o corpo aquecido, vivo, ansiando por mais. Ele é o primeiro da série de Mat e Joseph o colocava nesta posição porque dentro de seus objetivos estava aquecer os músculos, fazer o sangue circular e trabalhar os pulmões com uma respiração ampla e controlada para preparar o aluno para a vigorosa série que estava por vir. Além disso, é uma forma mais óbvia da conexão do centro do corpo e é como começamos a fortalecê-lo. Ao observar um Hundred podemos ver como anda a força, a flexibilidade, a capacidade respiratória e até a vitalidade de uma pessoa. Não é raro chegarem ao estúdio pessoas que não sustentam suas cabeças, não dobram minimamente suas colunas, não são capazes de encher os pulmões por 5 batidas e até tossem ao esvaziá-los por 5 batidas ou ainda não tem energia suficiente para deixar os braços firmes e vigorosos. Tantas e tantas coisas podemos fazer pelo outro no simples momento em que ensinamos o Hundred. E tantas e tantas coisas podemos aprender sobre o método no simples momento de observar o outro. O exercício não necessariamente começa com 100 batidas de braço com o corpo enrolado para cima e as pernas na linha do olhar ou como é descrito no livro Retorno à Vida através da Contrologia “a poucos centímetros do chão”. Nem do jeito que podemos ver os professores fazendo no Instagram. Esse é o objetivo final do exercício. Se o profissional não passar pelo processo pedagógico nunca vai entender e talvez essas imagens sejam motivos para alguns não acreditarem que o método é para todos. Alguns professores ainda não conseguem imaginar que as pessoas que chegam ao estúdio com seus diferentes corpos, limitações, dores e objetivos irão conseguir fazê-lo. Pois sim, eles farão o Hundred, mas dentro de suas próprias capacidades. Muitos chegarão à forma avançada e outros não. Pode ser que para determinado aluno o Hundred comece apenas com as batidas de braço e as grandes respirações enquanto cabeça e pés ficam no chão. Desta forma, 99% das pessoas podem fazer. Afinal é um exercício para os pulmões e para a circulação. Tive um aluno que o fez pela primeira vez assim e, como era um cara meio arrogante, achei que ia dizer que não estava fazendo nada, mas para minha surpresa ele disse: "Caramba! Quem poderia acreditar que apenas respirar pudesse cansar tanto.”. Sim, mesmo desta forma, dependendo da capacidade respiratória da pessoa, condicionamento físico e intenção, cansa mesmo. Ainda ao respirar grande o aluno é obrigado a expandir a caixa torácica na inspiração, acionar o abdômen na expiração e ser capaz de controlar a entrada e a saída de ar, pois se puxar o ar rápido demais encherá os pulmões em 2 tempos e muitas vezes é isso mesmo que acontece. Aos poucos ele será capaz de controlar a respiração. No início não adianta bombardear o aluno com 300 informações. Nós sabemos o que queremos e precisamos ter as informações na cabeça, mas ele só precisa ser alinhado e colocado para respirar e bombear. Pronto! Isso já o obrigada a sincronizar a entrada e saída de ar com o tempo de 5 batidas (se possível, se não podem ser 3, por exemplo). O tronco vai balançar, os braços estarão frouxos, eles vão bater os braços no chão e tudo isso deverá ser corrigido, mas, como bem disse o Sr. Pilates: "Lembre-se: Roma não foi construída em um dia"! Implemente uma coisa de cada vez e acredite no método No geral, a ansiedade e expectativa são mais nossas do que deles, por isso fique tranquilo e acredite na jornada. Quer saber mais sobre o Hundred? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Backstroke - May the Reformer be with You 2025
Backstroke - May the Reformer be with You 2025 O Backstroke é cheio de pegadinhas. Imagina então como é a viagem de ser um instrutor de Pilates. Primeiro ensinamos o Coordination: Pernas abrem, braços ficam. Pernas voltam primeiro e depois os braços. Daí vem o Backstroke: com braços e pernas se movimentando de forma sincronizada. Um não tem caixa, o outro tem. Não dá para esperar outra coisa a não ser confusão. Relaxa, acontece com todo instrutor. Eventualmente, os alunos aprendem. Rs. Apenas confie no método. Espero que este vídeo ajude a deixar mais fácil a introdução do exercício nas aulas. Pilates Backstroke no Reformer Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Teaser - May the Reformer be with You 2025
Teaser May the Reformer be with You O Teaser é um exercício que requer construção. É classificado como um intermediário, mas o que vemos no estúdio é que os alunos conseguem realizar alguns avançados antes de executar o Teaser no Reformer no seu formato mais completo. Para ajudar nesta construção tem: a prática diligente, a experiência, o hundred, Backstroke, Spine Stretch, Open Leg Rocker, Tower, Pull Up (Wunda). O próprio Teaser no Cadillac com a barra de Push Through (Push Through é vida), o exercício Push Through, o Roll Up.... Enfim, tudo que ajudar a mobilizar a lombar e fazer o aluno entender como sustentar as pernas com a barriga e glúteos é um tijolo a mais no alicerce desta construção. Além disso, tenho algumas dicas no vídeo. Pilates Teaser no Reformer Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Pulling Straps - May the Reformer be with You 2025
Pilates Pilates Pulling Straps Quanto mais simples parece ser o exercício mais chance temos de errar. Quando o aluno pergunta se é só uma mola mesmo já sabemos que vai dar trabalho. Para nós, professores, basta sentirmos a nossa própria dificuldade em abrir o peito, ganhar espaço, levar o braço atrás sem fechar o peito, manter o punho firme, por exemplo, que já percebemos o quanto de movimento perdemos ao longo da nossa estória, mas a maioria dos alunos não funcina dentro dessa perspectiva, eles querem peso e aí que está o nosso maior desafio: fazer o aluno entender a briga contra os padrões posturais inadequados que ele adquiriu ao longo de sua estória. Diariamente, ao dar aula, observo e vejo muitas limitações e admiro cada dia mais o Sr. Pilates por ter construído um método que não é apenas para desenvolver força, nem focado na aparência, (afinal força e aparência serão conquistadas com a prática frequente do método, como acontece em outras modalidades de atividades físicas), mas feito para nos libertar de padrões limitantes adquiridos ao longo de nossas vidas. Não é apenas abrir uma mola. É abrir uma mola e mais caixa de pandora que é a nossa vida. No vídeo, sequem algumas dicas do Pulling Straps Pulling Straps no Reformer Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Hundred - May the Reformer be with You 2025
Hundred - May the Reformer be with you 2025 O Hundred no Reformer tem a vantagem de ter os handles. Isso mesmo que você leu. Vantagem. No momento em que usamos os handles, percebemos que eles nos obrigam a empurrar os braços para longe melhorando a conexão. Desse jeito, fica mais fácil de achar as costas. Além disso, as alças ajudam a barriga a ir para dentro, pois quanto mais as empurramos, mas elas nos empurram de volta para o carro. No vídeo, mostro algumas variações para serem aplicadas em alunos em diferentes níveis. Quer saber mais sobre o Hundred? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Saw
O Saw é aquela delícia de exercício que trabalhar a respiração gostosamente, que é cheio de oposições que nos fazem suar e ter prazer ao mesmo tempo, faz a gente sentir o Centro e o alongamento na mesma intensidade. Abaixo o vídeo com algumas dicas para evitar erros comuns. Pilates - Saw no Mat Lembrando que o primeiro passo é se sentar alto. Sem perder o crescimento, rodamos a partir da cintura. Levamos a axila no joelho e tentamos alcançar o dedinho desta forma. Quer saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui!
- Swan no Reformer - May the Reformer be with You 2025
Swan no Reformer - May the Reformer be with You 2025 O Swan provavelmente é uma grande conquista para todos. São poucos os apoios e até a gente se achar no exercício o apoio na caixa é desconfortável, escorrega e, para ser sincera é um inferno mesmo, mas passa. Rs. A gente acaba se encontrando e a coisa flui. A verdade é que quanto mais a gente faz, menos estranho o exercício é, menos o apoio incomoda, porque desenvolvemos as habilidades necessárias e achamos o que realmente importa quando estamos nos movendo: o centro. Quando a parte central do corpo entra, ela facilita todo o resto. E lembrem-se treinamos o Swan em todos os aparelhos, por isso use e abuse do Mat, Cadillac e Spine Corrector e Barrel antes de se aventurar no Reformer. Para mim, lidar com os apoios é a chave do Swan e isso se aprende no Barril. Lapidar o Swan no Barril ensina a fazê-lo no Reformer. Aqui vai um vídeo sobre o Swan e algumas formas de desmembrá-lo para melhor ontroduzí-lo nas aulas. Se você, treina em um aparelho contemporâneo, vai ter que lutar mais, vai por mim, eu já passei por isso. Quem tem caixa contemporânea e não consegue fazer o Swan, se perdoe. Não é você, é a caixa. As caixas contemporâneas no geral são muito grandes. É mais difícil, mas é possível adaptar. O importante é você entender (e se perdoar!) que o movimento talvez não saia como esperado por causa das dimensões do aparelho. Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Gran Finale
Tradition Endings on Cadillac Vai saber de onde veio a ideia de terminar aulas sempre com massagens ou alongando no Barril? Fato é que terminei aulas desta forma durante bastante tempo. Não acho errado quando temos um propósito e cada um deve saber qual o seu. No entanto, no meu caso, eu apenas estava repetindo a finalização que aprendi fazendo aulas com instrutores da mesma linha que fiz a minha primeira formação. Na época, não questionei, apenas repeti. Estudando outras linhas de trabalho, outras escolas, conheci (as hoje famosas) finalizações tradicionais. O objetivo das finalizações é estimular e dar aquela "conectada extra" no aluno ao final da aula para garantir que ele saia alinhado, alto, energizado, feliz e pronto para a vida que o espera fora do estúdio. O problema da massagem é que, aquele pouquinho no final da aula, não é eficiente para realmente ter efeito, rouba um tempo de aula do qual o aluno poderia estar aproveitando melhor e destroe o profissional que tem que repetir aqueles movimentos várias vezes ao dia numa posição péssima. Esse recurso é mais um carinho no aluno que qualquer coisa e ao invés de atingir algum propósito concreto para o aluno, acaba servindo mais como estratégia de "marketing". O problema de terminar alongando no Barril é que, no geral, é passada a sequência básica do Ballet Stretches o que faz o aluno terminar a aula com exercícios assimétricos e é sempre mais interessante que o aluno saia do estúdio no prumo. Por isso, é legal após a sequência de Ballet Stretches emendar um exercício simétrico, nem que seja um Roll Down em pé. Hanging on Cadillac Algumas das finalizações são feitas no Cadillac: Breathing Spread Eagle Pull Ups Hanging Pull Ups Half Hang/Full Hang Conectando no Mat com Magic Circle Outras no Mat: Sequência de rollings feita usando os exercícios de rolamento do Mat em sequência, por exemplo, Roll Up, Rolling Like a Ball, Spine Stretch, Open Leg Rocker, Jackknife, Seal, Crab, feitos um seguido do outro de forma dinâmica para desafiar, massagear, fazer o sangue circular e revigorar. Use os exercícios do nível do aluno e se possível termine em pé. Magic Circle (use e abuse) Arms Weights As finalizações também cumprem o papel de conectar o aluno, trazem ele de volta ao centro porque faz com ele ele volta a pensar na conexão da base, pés, pernas e centro e braços, costas e centro. Quem já passou por essa experiência sabe que quando conectamos e centralizamos nosso corpo automaticamente nossa mente se torna consciente e nossas emoções se tornam mais acessíveis. É como se recebêssemos um grande presente todo fim de aula e é essa a sensação que gosto de deixar nos alunos no final do que pode ser a hora mais prazerosa do dia dele. Para os leitores que acham que isso é um pouco de pretensão minha, vou contar uma estória. Há uns anos tinha um aluno no estúdio que costumava dizer ao final de cada aula: Pronto! Terminou a melhor hora do meu dia. A vida dele não era nada ruim, mas o Pilates era o único momento que ele tirava para ele, sem interferências e ele sabia que esses momentos, se bem aproveitados valem ouro. Para saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.
- Rowing III, IV, V e VI - May the Reformer be with you 2025
Rowing Pilates Reformer No geral, começamos a ensinar a sequência de Rowing pelas posições em que o aluno fica voltado para a Barra de Pés, ou seja, começamos de trás para frente. Só de olhar o From the Chest, From the Hips, Shaving e Hugging já dá para entender o porquê. Ficamos com o apoio bem mais estável e os movimentos são de fato menos complexos, mas não dá para cair no mito "ah isso é fácil" daquelas pessoas que fazem por fazer. Se manter alto, empurrar a mola ao invés de ser empurrado por ela, achar as costas na movimentação para frente dos braços, manter o peito aberto e conquistar a amplitude de movimento dos ombros é uma tarefa árdua. Veja no vídeo onde os alunos costumam errar e alguma dicas para evitar esses erros. P ara saber mais sobre o Pilates Clássico? Não perca a mentoria O Professor Universal => clique aqui! Gostou do post? Não esquece de curtir e compartilhar 😉.











